06/06/2016 - ALIVIE OS SINTOMAS

Rinite alérgica diminui em até 40% produtividade durante o dia


 

A rinite alérgica é considerada hoje a doença crônica mais comum e acomete cerca de 40 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai). Quando não tratada, ela diminui em até 40% a produtividade durante o dia e pode desenvolver outras comorbidades, como asma e sinusite, otites, crises de bronquite, laringites e pneumonia.

Pacientes com a enfermidade frequentemente têm a qualidade de vida reduzida – no aspecto físico e social – causada pelos sintomas mais comuns. Segundo o otorrinolaringologista Levon Mekhitarian Neto, "algumas pesquisas e a experiência clínica e médica mostram que a grande maioria dos nossos pacientes apresenta uma grande queda na produtividade durante o dia, que vão desde irritabilidade, até fadiga e sonolência diurna".

Um erro comum cometido por grande parte da população é não tratar a rinite corretamente. Quando diagnosticada, existem diversos tratamentos disponíveis que podem reduzir a carga associada à doença. "A homeopatia pode ser uma solução uma vez que a medicação não interfere com outras que o paciente faz uso, não tem efeito colateral, como sonolência – muito comum em tratamentos convencionais – e pode ser usada em qualquer idade, com posologia de fácil prescrição", explicou.

O site Minha Vida listou 9 formas naturais de aliviar os sintomas. Confira:

- Evite produtos com fortes odores;

- Adicione quercetina na sua dieta, antioxidante presente na maçã, cebola e brócolis que diminui a produção de histamina no corpo;

- Faça limpeza nasal duas vezes por dia com soro fisiológico;

- Mantenha o ar umedecido;

- Lave os olhos com soro fisiológico para diminuir a irritação;

- Tome sol para ativar sua vitamina D, vitamina importante que contribui para o aumento dos brônquios, o que torna a respiração mais fácil;

- Use tecidos naturais como coton e algodão;

- Beba muita água!

- Consuma ômega 3, presente em peixes e oleaginosas. Ele ajuda na produção de substâncias associadas a alergias respiratórias.

 

Fonte: Bonde


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