Não por medo, mas por amor



Vivemos em um mundo em que as pessoas se dizem tão liberais, tão modernas, flexíveis, “mente aberta”, entre outros termos que permeiam a vida humana na atualidade. As pessoas estão conseguindo melhorar a sua vida financeira, conquistar espaço em lugares de destaques e até serem reconhecidas por seus talentos, mas muitas dessas pessoas vivem um dos maiores problemas da atualidade: a infelicidade.

Quem não conhece algum relacionamento baseado no medo? Sabe aqueles relacionamentos em que uma pessoa faz de tudo para não perder a outra? Dedica-se integralmente, faz de tudo para alegrar e acaba sendo infeliz e dependente dessa pessoa para ser feliz. Pois bem, essa é apenas a ponta do Iceberg.

Encontramos tantas pessoas feridas e machucadas, porque se dedicaram tanto a outros e se esqueceram de si próprias. Eu não estou fazendo apologia ao egoísmo, mas ao amor próprio. Só podemos amar alguém se nos amarmos suficientemente para tal.

Quanto vale a sua vida? Eu vejo garotos e garotas, mulheres e homens se relacionando com tantas pessoas, “ficando” como se diz nos tempos atuais. Daí fica com uma pessoa hoje, outra amanhã, talvez até duas ou três na mesma noite, quem sabe?! Mas quando essas pessoas estão no seu particular, sozinhos, se sentem infelizes, desvalorizados. Infelizes por excelência. 

A vida é o presente mais precioso que poderíamos ganhar de Deus, então porque não valorizá-la? Jesus nos fez para sermos felizes, para sermos amados, pois ele nos amou, tanto é que deu a sua vida por nós.

Você não precisa sofrer a toa por alguém que não gosta de você, que só quer te explorar e te expor ao ridículo. Você que é agredido (a), você não precisa passar por isso. Ame sim, mas não por medo, mas por amor. Um dos mandamentos de Deus é amar o próximo como a nós mesmos. Ou seja, primeiro temos que nos amar e depois amarmos o outro. Não para sermos egoístas, mas para aprendermos a valorizar esse presente tão nobre que recebemos: a vida. 

 

 


Por: William Asaph

 



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