Suspeito ameaça sacar arma contra policiais e morre com tiro no peito em Assis



A denúncia feita via 190 por volta das 12h desta quinta-feira, dia 14, levou várias equipes da Polícia Militar de Assis a fazerem um cerco em uma residência da Rua João Ribeiro, na Vila Ribeiro, onde foi confirmada a presença de um foragido da Justiça, posteriormente identificado como Júlio César Dias da Silva, de 39 anos, conhecido nos meios policiais como "Cabeção". De dentro de um banheiro, ele teria ameaçado sacar uma arma e atirar nos policiais que negociavam sua rendição. Um deles atirou para se proteger, acertando o suspeito na região do tórax. Os próprios militares levaram Júlio ao Pronto-Socorro, mas ele não resistiu e morreu ao dar entrada na emergência. A denúncia feita via 190 por volta das 12h desta quinta-feira, dia 14, levou várias equipes da Polícia Militar de Assis a fazerem um cerco em uma residência da Rua João Ribeiro, na Vila Ribeiro, onde foi confirmada a presença de um foragido da Justiça, posteriormente identificado como Júlio César Dias da Silva, de 39 anos, conhecido nos meios policiais como "Cabeção". De dentro de um banheiro, ele teria ameaçado sacar uma arma e atirar nos policiais que negociavam sua rendição. Um deles atirou para se proteger, acertando o suspeito na região do tórax. Os próprios militares levaram Júlio ao Pronto-Socorro, mas ele não resistiu e morreu ao dar entrada na emergência.

O major PM Carlos Hipólito, Coordenador Operacional do 32º Batalhão de Polícia Militar do Interior, informou em nome da corporação que tratava-se de um presidiário de altíssima periculosidade, com vários crimes em sua ficha criminal. Sem afirmar se o suspeito pertencia a alguma facção criminosa, declarou que ele havia fugido de uma unidade prisional de Osasco e estava em Assis há algum tempo. 

O coordenador operacional não revelou o nome ou a patente do policial militar que fez o disparo. 

Na ficha policial da DIG, consta que Júlio Cézar era servente e foi detido pela primeira vez ainda menor de idade, aos 15 anos, em abril de 1986, por furtar o barracão da igreja da Vila Xavier. Antes de completar 20 anos, foi preso em flagrante pelo homicídio de Maurício Aparecido Carlos e ainda tem na delegacia passagens por porte de entorpecentes, em julho de 1994 e furto de moto, em outubro de 1996.

FLORATA GELATERIA


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