Marília tem três casos suspeitos de Leishmaniose


Duas das ocorrências foram detectadas em bairros da zona norte e um no distrito de Padre Nóbrega

Marília tem três casos suspeitos de Leishmaniose, informa a Divisão de Zoonoses da Secretaria Municipal da Saúde. Duas ocorrências foram detectadas em bairros da zona norte e outra no distrito de Padre Nóbrega.

Segundo Lupércio Garrido, coordenador da Divisão de Zoonoses, ainda não se sabe se os casos se referem ao tipo cutâneo, ou a Leishmaniose Viceral Americana, tipo mais perigoso e que nunca existiu na cidade.

“Na sorologia deu positivo para Leishmaniose, agora aguardamos resultado do exame que especifica o tipo”, afirma o coordenador da Divisão de Zoonoses, Lupércio Garrido. Se confirmado o tipo mais sério da doença, Marília passa a integrar o grupo de risco de transmissão.

A Leishmaniose é uma doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. A doença caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. A forma visceral acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea.

A Leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos, sendo o mosquito palha o mais comum em nossa região. As fontes de infecção são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico.

Fonte: Diário de Marília


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