Paraguaçu entra na fase vermelha do Plano São Paulo

O anúncio foi feito pelo Comitê Municipal de Enfrentamento ao Covid-19.


Paraguaçu Paulista adota a partir desta segunda-feira (18) as regras da fase vermelha do Plano São Paulo. A reclassificação do município leva em conta a evolução da pandemia que inclui a incidência de contaminação, internação hospitalar e óbitos.

O decreto 6.677 publicado nesta segunda-feira (18) determina que apenas as atividades essenciais como mercados, açougues, padarias, farmácias e drogarias, postos de combustível, oficinas mecânicas, loja de material de construção e lavanderias podem funcionar presencialmente. Conveniências estão proibidas de vender bebidas alcoólicas após às 20h e até 6h. 
Bares e restaurantes não poderão receber clientes, apenas funcionar em sistema delivery, drive thru ou no sistema “take away” (retirada de condicional ou pagamento na porta do estabelecimento). Comércios e serviços em geral como lojas, academias, salões de beleza, barbearias, não podem funcionar. 

O anúncio foi feito pelo Comitê Municipal de Enfrentamento ao Covid-19 que é composto por membros da sociedade civil, técnicos da área da saúde e Poder Público. A decisão foi tomada também após recomendação do Ministério Público do Estado por meio do promotor Rodrigo Coury Souza Meirelles que alertou que a prefeitura seria passível de processos judiciais mediante o descumprimento.

De acordo com o diretor do Departamento de Saúde, Egydio Tonini Nogueira Neto,  as restrições ao município pretendem frear a incidência de contaminação e, consequentemente, a taxa de ocupação dos leitos que, hoje, está em 80% . “No próximo dia 22 vamos reavaliar a capacidade do sistema hospitalar para decidirmos qual será a nova classificação da cidade dentro do Plano”, ressaltou Egydio. 

A coordenadora da Vigilância Sanitária, Iraciana Messias de Paiva, ressalta que a inclusão de Paraguaçu na fase vermelha é reflexo da situação regional já que o município pertence a região administrativa de Marília que enfrenta um colapso no sistema de saúde. “É necessário a conscientização da população para que continue usando obrigatoriamente a máscara, mantendo o distanciamento social e evitando aglomeração. Isso é importante para que todos possam retornar às atividades novamente”.


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