Condenação do paraguaçuense Dida Bendine é confirmada pelo TRF-4

Por propinas de R$ 3 milhões da Odebrecht



Bendine, em 2015 - Imagem: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

 

A condenação do paraguaçuense Dida Bendine foi  confirmada pelo TRF-4, por Por propinas de R$ 3 milhões da Odebrecht.

A 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), no Rio Grande do Sul, confirmou a condenação do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, Aldemir Bendine, por corrupção passiva em ação penal aberta a partir das investigações da extinta Operação Lava Jato. O colegiado manteve a pena de seis anos e oito meses em regime inicial fechado.

Bendine foi acusado pela força-tarefa de receber R$ 3 milhões em propina da Odebrecht para favorecer o braço agroindustrial do grupo em uma operação de crédito. De acordo com a denúncia, ele teria solicitado os pagamentos enquanto esteve no comando do Banco do Brasil, mas só recebeu os valores entre junho e julho de 2015, quando era presidente da Petrobras. O executivo diz que é inocente e que todas as reuniões sob suspeita do MPF tiveram 'pauta exclusivamente lícita'.


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