Idoso leva mais de 200 picadas de abelhas e é hospitalizado 

Segundo os bombeiros, o idoso passava embaixo de uma seringueira, quando foi atacado por um enxame transitório; confira as dicas de como agir nessa situação



Segundo os bombeiros, o idoso passava embaixo de uma seringueira, quando foi atacado por um enxame transitório; confira as dicas de como agir nessa situação


Um idoso de 78 anos foi encaminhado para a Santa Casa de Tupã após levar mais de 200 picadas de abelhas do tipo africanizada, no bairro rural Sete de Setembro, conhecido como “Cotoco”, nesta terça-feira (23).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o idoso passava embaixo de uma seringueira, quando foi atacado por um enxame transitório, que busca um local para fazer a colmeia. 

Assim que percebeu o ataque, o idoso correu para a estrada e se livrou de algumas abelhas.

Ao ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, o homem foi levado consciente ao Pronto Socorro. 

Os Bombeiros informaram, ainda, que no local restaram em torno de 40 abelhas voando, sendo que as outras se retiraram após o ocorrido.

Dicas de como lidar com ataques de abelhas

Iniciativas adotadas para agir após um ataque de um enxame de abelha podem reduzir os danos causados pelas picadas. A princípio, apenas em situação de ameaça de sua colmeia que as abelhas apresentam comportamento agressivo. Ou seja, elas só atacam para defender o local de moradia dela e da família. Entretanto, no verão, com as colmeias mais populosas, um ataque pode ser provocado por qualquer tipo de perturbação. 

As abelhas buscam um local tranquilo para fazer sua colmeia. Em áreas urbanas, tem sido comum encontrar colmeias alojadas em sofás velhos, caixas de papelão jogados em terrenos baldios, pedras, ocos de árvores, forro de casas e galpões. 

O aparecimento repentino de um amontoado de abelhas em troncos de árvores ou beiradas de casas é comum no verão, período em que os insetos buscam novos pontos para se estabelecer.

Nesses casos em que as abelhas não estão instaladas, dificilmente ocorrerá um ataque maciço delas. Mesmo assim, é recomendado não se aproximar, fazer ruídos ou mexer com elas. Dentro de um prazo de no máximo uma semana elas sairão do local seguindo seu destino. Caso esteja em local que precise de acesso ou tenha presença de crianças e animais presos, é necessário contatar um profissional para remoção do enxame.

Ruídos, odores fortes, tremores, vibrações e movimentos rápidos chamam a atenção das abelhas. Entretanto, quando se sentem ameaçadas, elas atacam todos que estiverem nas redondezas. Os sintomas após a picada variam entre a vermelhidão e até óbito, a depender do caso e da rapidez para atendimento.

Confira algumas dicas: 

  • Afaste-se da colmeia o mais rápido possível e sem fazer barulho;
  • Caso seja atacado, fuja. Se conseguir, corra para dentro de uma plantação em movimento “zig-zag”, e só pare quando tiver absoluta certeza que elas não estão atrás de você;
  • Se estiver próximo a um rio, lagoa ou piscina, mergulhe;
  • Quando estiver protegido, tente socorrer quem estiver sendo atacado com uma coberta ou algo parecido, assegurando que você não sofrerá nenhum risco;
  • Independente do total de ferroadas, caso a vítima apresente sintomas como queda de pressão, falta de ar, aparecimento de manchas avermelhadas pelo corpo ou outros sintomas, o atendimento médico de emergência deverá ser imediato.

Primeiros socorros
Sem a possibilidade de atendimento médico imediato, recomenda-se proceder conforme o descrito abaixo:

  • Retirar imediatamente os ferrões para evitar que todo o veneno seja injetado na vítima. Para isso, não utilize o dedo ou pinça, a fim de não comprimir a bolsa de veneno. Recomenda-se retirar os ferrões com o auxílio de uma lâmina de canivete ou faca, raspando cuidadosamente rente à pele;
  • Lavar abundantemente os locais atingidos com água corrente, sem esfregar a pele para não espalhar mais rapidamente o veneno;
  • Aplicar bolsas de gelo no local das picadas para diminuir o inchaço;
  • Aplicar no local das ferroadas, sem esfregar, uma pomada com antialérgico e analgésico para amenizar as dores;
  • Nos casos de pessoas alérgicas e nos pacientes que não estão passando bem, procurar atendimento médico com urgência.

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