Corpo achado em penhasco tinha marcas; polícia investiga o caso

O corpo possuía marcas que não puderam ser identificadas, pois ficou exposto ao tempo e animais, o que teria dificultado inclusive a realização de exame perinecroscópico.



O corpo possuía marcas que não puderam ser identificadas, pois ficou exposto ao tempo e animais, 
o que teria dificultado inclusive a realização de exame perinecroscópico

A Polícia Civil registrou como morte suspeita o caso do corpo de um rapaz encontrado em um despenhadeiro nas imediações da Vila Real, zona Sul de Marília. 

Jefferson da Ressurreição, de 25 anos, estava desaparecido desde domingo (13) e foi achado sem vida no início da tarde desta quinta-feira (17).

A mãe do jovem, chegou a registrar um Boletim de Ocorrência de desaparecimento na última quarta-feira (16). A mulher declarou que o filho tinha saído de casa no domingo, por volta das 19h30, e tinha sido mais visto.

Segundo a mãe, Jefferson seria usuário de drogas e iria trabalhar em um evento na cidade de Barretos. Um homem teria chegado a enviar dinheiro para que ele viajasse até o município, mas a vítima gastou o valor e não foi.

A mãe passou, então, para a polícia, um número de celular com DDD 42, que seria do suposto contratante. De acordo com o relato do desaparecimento, o homem chegou a enviar mensagens de áudio com ameaças para Jefferson. A mulher teria as gravações no celular de outro filho.

O corpo da vítima foi localizado na quinta-feira, por populares em um terreno baldio, beirando um penhasco que é protegido com cerca de arame farpado. O cadáver estava em avançado estado de putrefação.

A equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e perícia estiveram no local. O corpo possuía marcas que não puderam ser, a princípio, identificadas, já que ficou exposto ao tempo e animais, o que teria dificultado inclusive a realização de exame perinecroscópico.

O irmão da vítima fez o reconhecimento e informou que a roupa que estava no cadáver é a mesma que Jefferson usava no domingo, quando desapareceu. O caso segue em investigação.

ETEC


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