Projeto oferece atendimento psicológico a valor social e amplia o acesso à saúde mental

Iniciativa disponibiliza encaminhamentos para psicoterapia com valores acessíveis, nas modalidades presencial e on-line, para pessoas que buscam acolhimento e cuidado psicológico.


O acesso à saúde mental é uma necessidade cada vez mais presente na sociedade. Entretanto, os custos de um acompanhamento psicológico particular ainda podem representar uma dificuldade para muitas pessoas que precisam de ajuda. Com a proposta de contribuir para mudar essa realidade, o Escuta - Centro de Encaminhamento para Atendimento Psicológico oferece encaminhamentos para psicoterapia a valor social.

A iniciativa busca aproximar a população de profissionais da Psicologia, facilitando o acesso ao atendimento para adultos, adolescentes e idosos, conforme a disponibilidade dos profissionais participantes.

Os atendimentos são oferecidos por valores acessíveis, a partir de R$ 40 por sessão. A proposta é permitir que mais pessoas encontrem possibilidades de cuidado psicológico compatíveis com sua realidade financeira.

Como funciona o Escuta?

O Escuta atua como um centro de encaminhamento, conectando pessoas que procuram atendimento psicológico a profissionais participantes do projeto. Após o contato inicial via WhatsApp, o interessado preenche uma ficha, que é encaminhada a um profissional.

A iniciativa contempla atendimentos presenciais (para moradores de Marília) e on-line (para qualquer localidade).

A psicoterapia pode ser importante em diferentes momentos da vida, seja para lidar com situações de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, conflitos familiares, ansiedade, luto ou outras questões que afetam o bem-estar.

Como procurar atendimento?

As pessoas interessadas em obter informações sobre os atendimentos e as possibilidades de encaminhamento podem entrar em contato pelo WhatsApp (14) 99859-9933 ou acessar o Instagram @escuta.psicologia2026.

O Escuta reforça que buscar ajuda psicológica é uma forma de cuidar de si e que as condições financeiras não devem impedir as pessoas de conhecer as alternativas de atendimento disponíveis.



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