João Raspante Neto, de 12 anos, foi encontrado sem vida em uma estação de tratamento de esgoto do município
A Polícia Civil de Marília concentra as investigações na causa da morte do menino autista João Raspante Neto, de 12 anos, encontrado em uma estação de tratamento de esgoto do município. A principal linha de apuração indica que o adolescente pode ter morrido por afogamento, em um possível acidente.
De acordo com as informações levantadas até o momento, o corpo foi localizado em uma lagoa de aeração do sistema de tratamento. A estrutura é revestida por uma lona plástica, material que pode se tornar extremamente escorregadio, o que levanta a hipótese de que o menino tenha caído e não conseguido sair.
A perícia técnica esteve no local e realizou os primeiros levantamentos. Segundo os peritos, não foram identificados sinais aparentes de violência no corpo da vítima, o que reforça, neste momento, a possibilidade de morte acidental. Ainda assim, exames complementares devem confirmar oficialmente a causa da morte.
Outro ponto analisado pelos investigadores é a dinâmica de como o menino chegou até a área da estação de tratamento. Objetos pessoais da vítima foram encontrados nas proximidades da lagoa, o que ajuda a polícia a reconstruir os últimos passos antes da queda.
A Polícia Civil segue reunindo depoimentos e aguardando laudos periciais para concluir o caso. A investigação busca esclarecer com precisão se houve apenas um acidente ou se existe algum outro fator que tenha contribuído para a fatalidade.

João Raspante Neto, de 12 anos, foi encontrado sem vida em uma estação de tratamento de esgoto do município








